segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Ah, a sensibilidade!

A sensibilidade deveria ser acessível somente quando é necessária.
Mas não, ela insiste em brotar dos olhos nos momentos mais inesperados, nos tornando tão frágeis e vulneráveis, que ficamos sem saber como agir - ainda mais se for diante de outras pessoas.
Já passei alguns momentos um pouco constrangedores por não conseguir controlar minha sensibilidade, por exemplo, no ônibus destraída, pensando na vida, me pego chorando com cenas simples como uma criança brincando feliz ou uma senhora, que apesar da idade, segue uma rotina corrida de quem está começando a viver.
Ás vezes estamos tão sensíveis que tudo nos emociona. O abraço do filho, uma palavra carinhosa de um amigo ou parente querido, tudo nos faz chorar.
Será que as lágrimas que rolam sem controle são sinais de fraqueza? Serão sinais bons ou ruins?
Será mesmo que devemos frear as emoções que brotam tão livremente?
Enfim, quem tem a resposta?

Apresentação

Depois de tanto ler coisas geniais, engraçadas e até bobeiras em tantos blogs de amigos e desconhecidos, resolvi tomar coragem e entrar nesse mundo novo, pelo menos para mim.
Como tenho milhões de ideias todos os dias e nem todas eu posso publicar no jornal onde trabalho (aliás, não são publicáveis em nenhum jornal), penso que este será um espaço para externar as coisas que passam pela minha cabeça todos os dias.
Talvez, alguns textos parecerão idiotas, outros sem graça, outros também geniais, mas a ideia não é passar em nenhuma prova, muito menos agradar ninguém. O objetivo desse blog começa egocêntrico e termina vaidoso, pois quero expor minhas opiniões e, se puder, ajudar alguém a enxergar novas perspectivas. Assim como espero receber comentários tão geniais, engraçados e bobos quanto meus textos.
Então, é isso, entrei no mundo dos blogueiros, só não sei como será a permanência nele.
Obrigada e até mais